1926: o cónego Dr. Manuel Formigão criou a “Associação de Nossa Senhora do Rosário” cuja finalidade era ajudar os seus membros a “conhecer, viver e difundir a Mensagem de Fátima”.
1928: D. José Alves Correia da Silva, Bispo de Leiria, transformou-a na “Confraria de Nossa Senhora do Rosário de Fátima” aprovando os seus Estatutos.
1934: o Episcopado Português reunido em Assembleia Geral no Santuário de Fátima, aprova os primeiros Estatutos que transformam esta Confraria na “Pia União dos Cruzados de Fátima” como obra auxiliar da Acão Católica Portuguesa. O jornal “Voz da Fátima” era o seu órgão oficial.


1984: a Conferência Episcopal Portuguesa aprova os Estatutos que renova e altera a denominação de “Pia União dos Cruzados de Fátima” para “Movimento dos Cruzados de Fátima”.
Oração, Peregrinos e Doentes são Campos de Pastoral assumidos ao procurar entender os pedidos de Nossa Senhora em Fátima e as manifestações dos primeiros peregrinos que acorriam à Cova da Iria. Proposta a “todos os membros do Povo de Deus” cria no seu seio um Sector Jovem, um dos “ramos mais fecundos da renovação ambicionada” e estimula experiências no “Sector dos Mais Novos”. A organização de grupos paroquiais, então chamados “trezenas”, que proporcionem aos seus membros um crescimento humano e espiritual, a estruturação a nível paroquial, diocesano e nacional traduzem o novo conceito “Movimento”. Plena inserção das suas estruturas paroquiais na Pastoral da Paróquia e das suas estruturas diocesanas na Pastoral da Diocese, colaboração ativa com outros Organismos, em estreita ligação com a hierarquia, manifestam o seu sentido eclesial.
1994: o Conselho Nacional pede a alteração de “Movimento dos Cruzados de Fátima” para “Movimento da Mensagem de Fátima”, como “um grito para uma nova era”, aceite de imediato pela Conferência Episcopal na sua Assembleia Plenária.
1997: a Conferência Episcopal aprova o novo texto de Estatutos que procura seguir as suas aspirações mais genuínas: “corresponder o melhor possível aos pedidos que Nossa Senhora fez a toda a humanidade em Fátima e aos novos desafios da evangelização, iluminado pelos ensinamentos da Igreja na qual se insere plenamente, tomando como experiência válida tudo o que de melhor fizeram os que nos antecederam”.
A nossa identidade
O Movimento da Mensagem de Fátima (MMF) é uma associação canónica de fiéis, erigida pela Conferência Episcopal Portuguesa, que tem como missão difundir e viver a Mensagem de Nossa Senhora de Fátima. Inspirando-se em Maria, Virgem e Mãe, e colocando-se sob a sua proteção materna, o Movimento propõe um caminho de formação e de apostolado marcado pela espiritualidade reparadora.
Enraizado na experiência espiritual das aparições do Anjo da Paz e de Nossa Senhora, o MMF promove a adoração e a reparação ao Deus Uno e Trino, centro e fonte de toda a vida cristã. Incentiva os fiéis a viver a fé na presença de Deus através da oração, da oferta dos sacrifícios quotidianos e da participação consciente e fervorosa na Eucaristia.
De modo particular, o Movimento valoriza a oração do Rosário e a prática da devoção dos Primeiros Sábados, como expressões privilegiadas de amor, reparação e comunhão com o Coração Imaculado de Maria, caminho seguro para ver a Deus.

A nossa Missão
O MMF tem como missão conhecer, viver e difundir a mensagem de Nossa Senhora, pretendendo ser motor de Evangelização, lugar de encontro e aprofundamento da fé à luz da Mensagem de Fátima.
Os nossos pilares
Oração – é ponto de partida para uma maior e mais íntima relação com Deus;
Formação – essencial para melhor conhecer e compreender Deus, a Igreja e a Mensagem de Fátima.
Aprofundamento da Fé – que leva a mergulhar no infinito amor de Deus e a um maior autoconhecimento;
Serviço – é o transformar a palavra em ação. É pelos outros e com os outros ser um pedacinho de Deus em movimento.
Ser Mensageiro
Ser mensageiro é ser testemunha da vivência do Evangelho com o auxílio da Mensagem de Fátima. Só a partir do ser testemunha em gestos concretos é que o mensageiro deverá partir para a divulgação da Mensagem de Fátima junto dos demais. Viver a mensagem e ser testemunho é um desafio permanente.

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